Como potência comercial e cultural, os Herdeiros de Malzahir mantêm relações complexas com as outras facções de Alfheim.
Império do Sol
As relações com o Império são tensas mas pragmáticas. Embora existam diferenças teológicas fundamentais, ambas as facções reconhecem o valor no comércio e no intercâmbio cultural limitado.
Os Herdeiros permitem que seguidores do Sol vivam em seus territórios como "pessoas protegidas" (dhimmi), com direitos e obrigações especiais, incluindo um imposto diferenciado. Em troca, comerciantes dos Herdeiros operam em territórios imperiais sob estritas regulamentações.
Diplomaticamente, as duas facções mantêm embaixadores, embora estes frequentemente sirvam mais como espiões e representantes comerciais do que como verdadeiros mediadores políticos.
Corte Carmesim
A relação com a Corte Carmesim é complexa. Por um lado, os Herdeiros desaprovam a natureza vampírica da Corte por razões religiosas. Por outro, valorizam o comércio e o conhecimento, áreas em que a Corte possui recursos valiosos.
Um acordo tácito existe: os vampiros fornecem acesso a suas técnicas alquímicas e proteção noturna para caravanas, enquanto os Herdeiros oferecem mercadorias exóticas e informações de suas extensas redes comerciais.
Esta relação pragmática é frequentemente mediada por intermediários humanos para evitar tensões religiosas desnecessárias.
Guilda dos Aventureiros
Os Herdeiros veem a Guilda como parceiros comerciais valiosos e fontes confiáveis de informação. As caravanas dos Herdeiros frequentemente viajam com escolta da Guilda, e muitos de seus mapas comerciais são baseados em explorações realizadas por aventureiros.
Existe um respeito mútuo pelo conhecimento, embora os Herdeiros considerem a abordagem da Guilda ao compartilhamento de informações perigosamente liberal. Samir Muroh, em particular, mantém contatos próximos com membros da Guilda, trocando informações por acesso a rotas seguras.